One choice and everything becomes easy [EN/PT]

Hello Splinters, welcome back!

I promised myself I wouldn’t start my Splinterlands posts with a philosophical tone, but I confess I don’t think I can help it. Today’s battle is like any other, but could the outcome have been different if I’d made a different choice? How can small details and influences change the consequences and results of a choice—a tendency toward a certain direction based on who we are and what we think? Yeah, Splinterlands has a lot in common with philosophy when we think about choices, and choices here are our real game.

Maybe I’m such a big fan of card games because I think strategy is nothing more than well-made choices, and within this world of strategies there are layers upon layers of possibilities that really need to be thought through. Assumptions can give us good answers or drive us crazy. But I like that, and sometimes finding a middle ground in my strategies is, in fact, a fine line between decision-making and “overthinking,” if you know what I mean.

Maybe that’s also why one of my strategic approaches—and one that might save a lot of brainpower—is to find a core strategy to use consistently. And this is where my favorite monster composition comes in. All within the Life element, I always have a core group of monsters that will work in many strategies, requiring only a few adjustments based on the battle’s dynamics. I love having this foundation to rely on, and it always proves very effective.

The title I chose for today’s post has a lot to do with a choice that actually made everything easier for me. I was unsure about which monster to put in the first slot, and even though I always use the same monsters, I was inclined to test another lineup where I’d need to put a different monster. But I didn’t, and thank goodness. You’ll see my choice for the tank below, but what I can say is that this monster really made everything seem easy. Its stats contributed a lot to winning this battle—not just winning, but getting through it smoothly, even though my opponent had a composition just as strong as mine. Well, keep reading...

To watch this battle, click here

Some important points about this battle:

Well, we started with a very good rule, at least that’s what I think. There’s a restriction on attack types here, and with those restrictions, it becomes much easier to set traps or even defend yourself. 47 mana was enough for me to put my strategic approach into practice—it always works well if I have a similar amount of mana or more—and the good news was that all the elements were available.

To start this battle, two powerful tanks, and I would face one of my favorite tanks, Djinn Oshannus; a good tank with magical attack, one of the few that can be used in this position to be a more robust monster. I choose a tank that, in my opinion, is the deadliest in all of Splinterlands. 6 starting attack that can get much higher, lots of health, great speed, and it can even counterattack. That was the choice that made everything easier; hit play on the battle to see how right I am.

Given what my monster in the first position did, my backline seems almost irrelevant to this battle, but it wasn’t. Iziar, as always, was the center of my defensive strategy, drawing attacks to himself, followed by monsters that could also be very effective in battle.

It was indeed an easy battle—perhaps because of the level of my monsters compared to my opponent’s? Maybe. But we can’t deny that my team composition is very strong both in attack and defense, and having a monster in the tank position makes all the offensive difference I needed.

Well, that’s it for now, and I’ll wrap up this post here. Thanks for reading this far and spending a little of your time with my words and thoughts. See you next time!

Translated with DeepL.com

Olá Splinters, bem vindos de volta!

Eu prometi para mim mesmo não começar meus posts de Splinterlands com tom filosófico, mas confesso que acho que não sei fazer isso. A batalha de hoje é como outra qualquer, mas o resultado poderia ser diferente se eu tivesse feito uma escolha diferente? Como pequenos detalhes e influências podem mudar as consequências e os resultados a partir de uma escolha, uma inclinação a um direcionamento baseado no que somos e pensamos? É, Splinterlands tem muito em comum com filosofia quando pensamos em escolhas, e escolhas por aqui são o nosso verdadeiro jogo.

Talvez eu seja um grande adepto de card games por pensar que estratégia nada mais é do que escolhas bem feitas, e dentro desse mundo das estratégias existem camadas e camadas de possibilidades que precisam ser, de fato, pensadas. Suposições podem nos dar boas respostas ou nos deixar loucos. Mas eu gosto disso, e às vezes encontrar um meio-termo em minhas estratégias é, de fato, uma linha tênue entre decisão e “cabeça cheia”, se é que você me entende.

Talvez seja por isso também que uma das minhas saídas estratégicas, e que talvez poupe muitos neurônios, é encontrar uma base de estratégia para usar sempre. E é aqui que entra minha composição de monstros favorita. Tudo dentro do elemento Life, eu consigo sempre ter uma base de monstros que vão funcionar em muitas estratégias, sendo necessário apenas alguns poucos ajustes de acordo com a dinâmica da batalha. Eu adoro ter essa base para usar, e ela sempre se mostra muito eficiente.

O título que escolhi para esse post de hoje tem muito a ver com uma escolha que deixou, de fato, tudo mais fácil para mim. Eu estava em dúvida sobre qual monstro colocar na primeira posição e, apesar de usar sempre os mesmos monstros, estava inclinado a testar uma outra composição, onde eu precisaria colocar um monstro diferente. Mas não o fiz, e ainda bem. Minha escolha para tank vocês vão ver abaixo, mas o que posso dizer é que esse monstro fez tudo parecer fácil mesmo. Suas características contribuíram muito para vencer essa batalha, não apenas vencer, mas passar por ela com tranquilidade, mesmo com meu oponente tendo uma composição tão forte quanto a minha. Bem, continue acompanhando...

Para assistir essa batalha, clique aqui

Alguns pontos importantes sobre essa batalha:

Bem, começamos com uma regra muito boa, pelo menos é o que acho. Aqui existe uma limitação de tipo de ataque e com limitações, fica muito mais fácil criar armadilhas ou mesmo se defender. 47 de mana é o suficiente para que eu pudesse colocar em prática minha base estratégica que sempre funciona bem se eu tenho uma quantidade de mana parecida com essa ou maior e a boa notícia era que todos os elementos estavam disponíveis.

Para o início desse combate, dois tanks poderosos e eu enfrentaria um dos meus tanks favoritos, o Djinn Oshannus; Um bom tank com ataque mágico, um dos poucos que pode usar nessa posição com o intuito de ser um monstro mais robusto. Eu escolho um tank que na minha opinião é o mais mortal de todo o Splinterlands. 6 de ataque inicial que poderá ficar bem mais alto, muita vida, ótima velocidade e ainda pode contra atacar. Essa foi a escolha que deixou tudo mais fácil, da o play na batalha para ver como estou falando a verdade.

Dentro do que meu monstro na primeira posição fez, minha linha de trás parece quase que irrelevante para essa batalha, mas não foi. Iziar como sempre sendo o centro da minha estratégia defensiva atraindo os ataques para si e logo depois, monstro que também poderiam ser muito eficientes na batalha.

Foi de fato uma batalha fácil talvez pelo level de meus monstros em comparação com meu adversário? Talvez. Mas não podemos negar que essa minha composição é muito forte tanto no ataque quanto na defesa e um monstro na posição de tank, faz toda a diferença ofensiva que eu precisava.

Bem, e por aqui e eu encerro este post. Obrigado por ler até aqui e passar um pouco do seu tempo com minhas palavras e pensamentos. Até a próxima!



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This battle was great! The cards you used deal a lot of damage. Congratulations on your victory!

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